
"Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito do que o que toma uma cidade." - Rei Salomão
Em termos de estilo de vida, entende-se por compulsão a dificuldade que uma pessoa tem de exercer controle sobre um vício ou um hábito. Quando o hábito é pernicioso em si mesmo, os prejuízos são óbvios: mas ainda que seja um bom hábito é preciso ter-se em mente que o excesso praticado em qualquer coisa cobra um preço muito elevado à saúde individual.
A compulsão descontrolada é responsável por muitos males físicos, morais e sociais, e até pelo fim prematuro da vida de milhares de pessoas. A História regista uma vítima ilustre da compulsão pelo vício. Seu nome, Alexandre Magno, o grande conquistador grego. Seu nome era símbolo de temor aos outros governantes de seu tempo. Todas as nações rendiam-lhe obediência como a alguém que fora designado pelo Todo-poderoso para ser seu monarca.
Alexandre Magno conseguiu ver realizado o sonho de uma dominação universal, que se estendia do Adriático às montanhas centrais da Ásia e o Indo; do mar Cáspio ao Golfo Pérsico; do mar Negro ao Egito e a Etiópia; da Grécia, Itália e Espanha ao Norte da África. Tal soberania, no entanto, foi uma passageira ilusão que acabou desmoronada pela realidade fatal da morte. Em fins de Maio do no 325, o exército e a esquadra se preparavam para marchar ao Sul, a fim de conquistar a península árabe no centro de seus domínios. Foi então que Alexandre, minado por excesso de trabalho, pela fadiga, pelos sofrimentos morais e pela entrega a uma vida desregrada e de orgias, viu-se repentinamente acometido por febres que em onze dias lhe roubaram a vida, aos 32 anos de idade.
A experiência quotidiana apoiada pela comprovação científica tem mostrado o terrível alcance dos prejuízos colhidos por todas aquelas pessoas que cedem à compulsão por qualquer vício ou hábito pernicioso.
A compulsão descontrolada é responsável por muitos males físicos, morais e sociais, e até pelo fim prematuro da vida de milhares de pessoas. A História regista uma vítima ilustre da compulsão pelo vício. Seu nome, Alexandre Magno, o grande conquistador grego. Seu nome era símbolo de temor aos outros governantes de seu tempo. Todas as nações rendiam-lhe obediência como a alguém que fora designado pelo Todo-poderoso para ser seu monarca.
Alexandre Magno conseguiu ver realizado o sonho de uma dominação universal, que se estendia do Adriático às montanhas centrais da Ásia e o Indo; do mar Cáspio ao Golfo Pérsico; do mar Negro ao Egito e a Etiópia; da Grécia, Itália e Espanha ao Norte da África. Tal soberania, no entanto, foi uma passageira ilusão que acabou desmoronada pela realidade fatal da morte. Em fins de Maio do no 325, o exército e a esquadra se preparavam para marchar ao Sul, a fim de conquistar a península árabe no centro de seus domínios. Foi então que Alexandre, minado por excesso de trabalho, pela fadiga, pelos sofrimentos morais e pela entrega a uma vida desregrada e de orgias, viu-se repentinamente acometido por febres que em onze dias lhe roubaram a vida, aos 32 anos de idade.
A experiência quotidiana apoiada pela comprovação científica tem mostrado o terrível alcance dos prejuízos colhidos por todas aquelas pessoas que cedem à compulsão por qualquer vício ou hábito pernicioso.
CONTRAPARTIDA
Para resistir à compulsão existe o exercício do domínio próprio, que é a sua contrapartida. Domínio próprio é autocontrole, senhorio sobre as tendências, propensões e vontades, controle sobre si mesmo.É também definido em uma palavra - temperança. A temperança significa abstinência de tudo o que é prejudicial, e uso equilibrado de tudo o que é bom. A verdade é que o segredo da vida saudável reside no exercício do equilíbrio em todas as coisas.
Há quem pense que desfrutar a vida implica liberdade para satisfazer a todos os desejos, quaisquer que eles sejam. Para tais pessoas, domínio próprio soa como limitação e restrição. Mas a vida é mesmo feita de liberdades e restrições. Salomão, o maior de todos os sábios, depois de Cristo, já dizia: "Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade"(Provérbios 16:32)
Aliás, as Escrituras Sagradas falam muito sobre o valor do domínio próprio. Entre os frutos que o Espírito Santo produz na vida de uma pessoa que se submete a Ele, encontra-se justamente o domínio próprio. O apóstolo Paulo, ao escrever sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto, mencionou a luta que uma pessoa deve executar a fim de dominar seus impulsos. Disse ele:
"Vocês sabem que numa corrida, embora todos os corredores tomem parte, somente um ganha o prêmio. (...) Todo atleta que está treinando fica debaixo de uma disciplina rigorosa, pensando em receber uma coroa. E essa coroa não dura muito. Mas nós nos controlamos a fim de ganharmos uma coroa que dura para sempre. Por isso corro direto para a linha final. Também sou como um lutador de boxe que não perde nenhum golpe. Castigo o meu corpo com socos e o obrigo a ser completamente controlado ... " (I Coríntios 9:24-27)
O apóstolo Paulo faz uma aplicação espiritual com base em fatos reais da vida dos atletas de seus dias. Está em foco tanto a abstenção como a moderação, características do verdadeiro domínio próprio. Os atletas gregos sujeitavam-se a um rígido e árduo programa de treinamento e abstenção de certas coisas, tendo em vista vencer competições desportivas. Com a mesma determinação, toda pessoa hoje deve exercitar seu controle no sentido de não ceder aos impulsos que resultarão em uma saúde deficiente ou até morte prematura.
É um engano achar que sem vida equilibrada haja saúde e vida de boa qualidade. Já se disse que o autocontrole, o equilíbrio e a temperança constituem os fundamentos de todas as conquistas físicas, morais, intelectuais e espirituais. Quem não consegue convencer o estômago a usar alimentos simples e com moderação; quem não consegue dizer não às drogas, como cigarro, álcool e outras, certamente não conseguirá convencer a mente a aceitar padrões elevados de conduta.
Embora o domínio próprio seja visto como uma conquista difícil para quem nunca o teve ou quem o teve e perdeu, a verdade é que é possível possuí-lo. Nossa natureza pervertida e desestruturada pela existência do pecado nos incapacita a conseguir o domínio sobre nossas compulsões por nós mesmos. Alguns casos são de tal maneira complicados que exigem assistência especializada.
Mas há uma ajuda que ninguém deve desprezar: a ajuda de Deus. Só Ele pode dar o poder de subjugar o apetite deseducado, as tendências para o vício de quaisquer naturezas, deter as compulsões. Podemos conseguir essa ajuda através da oração e do exercício da fé. Assim como as mudanças alimentares, a abstinência de vícios e a renúncia de hábitos prejudiciais são fruto do exercício perseverante. Vida de qualidade resulta do constante contacto com o Todo-poderoso.
A força recebida através das orações diariamente praticada, influenciará nossa capacidade para fazer mudanças, substituições e trocas em nossos hábitos. Compensa lançar mão desse recurso da Onipotência, se quisermos experimentar saúde, satisfação e felicidade nunca imaginadas anteriormente.
Há quem pense que desfrutar a vida implica liberdade para satisfazer a todos os desejos, quaisquer que eles sejam. Para tais pessoas, domínio próprio soa como limitação e restrição. Mas a vida é mesmo feita de liberdades e restrições. Salomão, o maior de todos os sábios, depois de Cristo, já dizia: "Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade"(Provérbios 16:32)
Aliás, as Escrituras Sagradas falam muito sobre o valor do domínio próprio. Entre os frutos que o Espírito Santo produz na vida de uma pessoa que se submete a Ele, encontra-se justamente o domínio próprio. O apóstolo Paulo, ao escrever sua primeira carta aos cristãos da cidade de Corinto, mencionou a luta que uma pessoa deve executar a fim de dominar seus impulsos. Disse ele:
"Vocês sabem que numa corrida, embora todos os corredores tomem parte, somente um ganha o prêmio. (...) Todo atleta que está treinando fica debaixo de uma disciplina rigorosa, pensando em receber uma coroa. E essa coroa não dura muito. Mas nós nos controlamos a fim de ganharmos uma coroa que dura para sempre. Por isso corro direto para a linha final. Também sou como um lutador de boxe que não perde nenhum golpe. Castigo o meu corpo com socos e o obrigo a ser completamente controlado ... " (I Coríntios 9:24-27)
O apóstolo Paulo faz uma aplicação espiritual com base em fatos reais da vida dos atletas de seus dias. Está em foco tanto a abstenção como a moderação, características do verdadeiro domínio próprio. Os atletas gregos sujeitavam-se a um rígido e árduo programa de treinamento e abstenção de certas coisas, tendo em vista vencer competições desportivas. Com a mesma determinação, toda pessoa hoje deve exercitar seu controle no sentido de não ceder aos impulsos que resultarão em uma saúde deficiente ou até morte prematura.
É um engano achar que sem vida equilibrada haja saúde e vida de boa qualidade. Já se disse que o autocontrole, o equilíbrio e a temperança constituem os fundamentos de todas as conquistas físicas, morais, intelectuais e espirituais. Quem não consegue convencer o estômago a usar alimentos simples e com moderação; quem não consegue dizer não às drogas, como cigarro, álcool e outras, certamente não conseguirá convencer a mente a aceitar padrões elevados de conduta.
Embora o domínio próprio seja visto como uma conquista difícil para quem nunca o teve ou quem o teve e perdeu, a verdade é que é possível possuí-lo. Nossa natureza pervertida e desestruturada pela existência do pecado nos incapacita a conseguir o domínio sobre nossas compulsões por nós mesmos. Alguns casos são de tal maneira complicados que exigem assistência especializada.
Mas há uma ajuda que ninguém deve desprezar: a ajuda de Deus. Só Ele pode dar o poder de subjugar o apetite deseducado, as tendências para o vício de quaisquer naturezas, deter as compulsões. Podemos conseguir essa ajuda através da oração e do exercício da fé. Assim como as mudanças alimentares, a abstinência de vícios e a renúncia de hábitos prejudiciais são fruto do exercício perseverante. Vida de qualidade resulta do constante contacto com o Todo-poderoso.
A força recebida através das orações diariamente praticada, influenciará nossa capacidade para fazer mudanças, substituições e trocas em nossos hábitos. Compensa lançar mão desse recurso da Onipotência, se quisermos experimentar saúde, satisfação e felicidade nunca imaginadas anteriormente.
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